1- O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois pólos, a superestimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.
Marcelo Taz afirma que a era digital entrou em nossas vidas, pois sem percebermos as informações estão presentes em nosso cotidiano de forma muito veloz. As gerações mais velhas estão se readaptando ao novo mundo tecnológico e os jovens agem de forma natural quando se trata de tecnologia. Ele ainda esclarece que precisamos mais do que deslumbrar por esse mundo digital precisamos aprender a utilizar essa era especial ao nosso favor, ele esclarece ainda que vivemos meio perdidos, de um lado estão os SUPERESTIMADOS que são as pessoas que vivem bitoladas nessa era tecnológica acreditando que as ferramentas fornecidas pela era digital são fundamentais para viver e que tudo que é encontrado neste veículo tão atrativo é certo. Para viver neste mundo não basta ter essas ferramentas é preciso saber usá-las. E do outro lado estão os SUBESTIMADOS que ainda não conseguiram aceitar essa inovação de tamanho porte e lidam de
forma preconceituosa em relação à tecnologia, a não aceitação pode ser por ignorância ou até mesmo por resistência ao novo. É preciso fazer uma mediação de tudo isso, saber respeitar e sem dúvida reciclar de forma clara e perspicaz o que surge nessa nova era para que não viramos reféns de nós mesmos. Lúcia Santaella afirma que as novas tecnologias da informação e a comunicação estão mudando todas as esferas da sociedade e que sua existência é antiga e que vem acontecendo é uma transformação, faz ainda divisão das culturas acreditando que ambas continua presentes uma dando sequência a outra. É interessante lembrar que os meios e as máquinas existem para facilitar a vida do ser humano se assim for bem manuseada “As máquinas vão ficar cada vez mais parecidas com o ser humano, e não ao contrário.”.
2 - Temos enfrentado alguns problemas com o Moodle em nossa disciplina e tenho solicitado que usem outras ferramentas disponíveis na Internet para postarem suas respostas. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a
moto." (pp. 234)
As ferramentas oferecidas por essas inovações tecnológicas sem dúvida vêm transformando nossos comportamentos e a nossa maneira de ver o mundo. A adaptação para muitos foi muito fácil, pois bem todos podem acessar e deslumbrar no que a internet pode oferecer. Mais não adianta estarmos amparados por diferentes meios tecnológicos se não conseguimos manuseá-los, além preocupar em falar das máquinas, das suas inovações que elas oferecem para nossa sociedade é preciso estar atenados e principalmente em saber como manusear cada ferramenta para a ampliação dos nossos conhecimentos, pois internet não é só entretenimento mais sim conhecimento.
3 - O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.
RELEVÂNCIA: Milhões de acesso dentro desse mundo tecnológico (internet) não significam que é algo importante, pois a maioria estão conectados e tem liberdade de acessar diversos sites. Tas afirma que a relevância está ligada na dinâmica de qualidade existente nos veículos de comunicação; DICERNIMENTO: É nada mais do que saber discernir, escolher, usar critérios, ter foco, reciclar as milhões de informações que a internet oferece, pois nem sempre o que se encontra é algo aproveitoso ou de qualidade.
“Atualmente, a informaçãoestá disponível de maneira rápida, barata e disseminada. Assim, não é de se admirar que todos se queixem do excesso de informação. Note que hoje em dia o problema não é o acesso à informação, mas sua sobrecarga. Como resultado, tem-se a necessidade de filtrar e discernir. Neste contexto, o discernimento é um fator chave, pois implica que o indivíduo deve possuir a capacidade de julgar as coisas, clara e sensatamente. Quantos de nós recebem no cotidiano uma enxurrada de mensagens via correio eletrônico? A Internet tem beneficiado as pessoas oferecendo-lhes um forma ágil e de baixo custo para comunicação profissional e/ou pessoal bem como de pesquisa. Por outro lado, tem exigido maior atenção e discernimento no seu uso sob o prejuízo de termos o tempo precioso sendo consumido de forma avassaladora.” (Antonio Mendes e Maria Delgado, 2001)
4 - Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.
Alguns anos atrás o educador tinha características bem diferentes da nossa sociedade atual, o papel do ensino aprendizagem do educador foi bem abordado pelo Tas, ele soube demonstrar a importância do mesmo, pois o educador é o responsável na transformação de qualidade do mundo em que vivemos, mais o que chamou atenção que ele descreveu que nessa era digital o educador não é o dono do conhecimento ele simplesmente media o conhecimento que os educandos traz de casa bem como os que eles adquirem na internet. Cabe nos sabermos ajudar os nossos alunos a fazer a filtragem de tantas coisas que muitas vezes sem importância alguma para a formação de um cidadão de bem.
4 - Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.
Alguns anos atrás o educador tinha características bem diferentes da nossa sociedade atual, o papel do ensino aprendizagem do educador foi bem abordado pelo Tas, ele soube demonstrar a importância do mesmo, pois o educador é o responsável na transformação de qualidade do mundo em que vivemos, mais o que chamou atenção que ele descreveu que nessa era digital o educador não é o dono do conhecimento ele simplesmente media o conhecimento que os educandos traz de casa bem como os que eles adquirem na internet. Cabe nos sabermos ajudar os nossos alunos a fazer a filtragem de tantas coisas que muitas vezes sem importância alguma para a formação de um cidadão de bem.
“Queremos mostrar que, a questão chave da implantação de novas tecnologias de suporte à educação é fazer com que o aluno tenha interesse e motivação para buscar a informação desejada, transformando assim o paradigma tradicional da educação como “depósito bancário, fábrica”, para a educação como entretenimento.O computador por si não atende ao objetivo de formar o "homem social" com que sonha a humanidade, o que formará o homem será a maneira como ele utilizará a máquina. Por isso, é preciso que os objetivos do uso de computadores na educação em geral e na educação especial siga uma filosofia educacional mais ampla que justifique sua aplicação. Abordaremos o uso de computadores na educação a partir de uma perspectiva construtivista-interacionista. Desta forma, o computador deve ser usado como um instrumento de aprendizagem, onde o aluno atua e participa do seu processo de construção de conhecimentos de forma ativa, interagindo com o instrumento de
aprendizagem.
Há um argumento contrário à utilização da informática na educação: Os professores ainda se ressentem, achando que o computador ocupará seu lugar e que acabarão sendo dispensáveis. Ora, é claro que o computador é capaz de armazenar realmente muitas informações e organizá-las segundo seus parâmetros. Ele até é capaz de apresentá-las seguindo uma programação pré-definida, com animações, apelos sonoros, pequenos vídeos, etc., mas não é capaz de orientar um
raciocínio ou conduzir uma discussão. Nem é capaz de relacionar informações para as quais não foi programado. Assim, um computador nunca poderá ocupar o lugar de um professor que não se limite apenas a transmitir informações. A utilização do computador no ambiente escolar é feita para auxiliar o processo de aprendizagem, mas não para conduzi-lo.”(Geraldo Magela da Silva)
5 –"Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (pp 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.
A informação é e será a chave para abrir as portas para o sucesso, estamos sim conectados com a televisão, rádios, revistas, jornais e etc., todos esses veículos tem o papel de enviar e mesmo acreditando que não estamos conectados estamos sendo receptores e transmissores de informações. Muitas vezes somos até obrigados a ver e ouvir coisas que não queremos, cabe a nós
fazermos uma análise critica de tudo que está em nossa volta para justarmos o útil ao agradável e em contra partida colaborar para um mundo cada vez melhor.
Sites pesquisados:
http://www.urutagua.uem.br/02_internet.htm (Em 29/01/2012)
http://meuartigo.brasilescola.com/educacao/a-informatica-aplicada-na-educacao.htm (Em 29/01/2012)
Olá Fabi!
ResponderExcluirO que você está achando de ter que postar as atividades em um blog?
Bjim.
Ps.: a cor do seu blog não poderia ser outra...rsrsrs