sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE 5 - TEXTO DE CLEOMAR ROCHA


Questão 1 -
Noartigo: “Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano” Lúcia Santaella diz: “Embora a divisão que estabeleço de seis eras culturais refira-se, de fato, a eras, prefiro também chamá-las de formações culturais para transmitir a idéia de que não se trata aí de períodos culturais lineares, como se uma fosse desaparecendo com o surgimento da outra. Ao contrario, há sempre um processo cumulativo de complexificação: uma nova formação comunicativa e cultural vai se integrando na anterior, provocando nela reajustamentos e refuncionalizações.” Cleomar Rocha tem a mesma idéia que Santaella? Que trecho no texto de Rocha pode

Questão 2 -
Cleomar Rocha diz que a distinção entre deslumbrados e encantados parece residir na intensidade de efeitos provocados. Define os efeitos destes termos tão usados pelo autor e em seguida descreva se você como mediador de conhecimentos neste mundo cada vez mais digital acredita ser um “encantado” ou um “deslumbrado” por essa tecnologia nas informações e por quê?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE 4


O impacto do digital na cultura é imenso, e as pessoas não têm muita noção do que isso significa, porque as pessoas pensam que a cultura pode ser a mesma no mundo digital, ou que a cultura pode ser a mesma, você digitalizando a cultura, levando-a, digamos, para o mundo digital, traduzindo para o mundo digital.” (pp285)

“É ainda estamos sob o impacto, na verdade. E realmente o impacto não é pequeno, é gigantesco, porque o digital significa velocidade, interatividade, compactação.” (pp231)

1 – Discuta se as duas afirmações acima seguem a mesma linha de raciocínio.

2 – Em meio a tantas expressões usadas para referir ao processo tecnológico e suas influências na cultura Laymert tem sua preferência ao termo cultura cibernética. Escreva como o entrevistado define esse termo e quais são os conceitos que ele acredita que deve ser incorporado neste conceito.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE 3

1 – Na entrevista, Lemos é bem esclarecedor e sem muitos rodeios ele afirma
que a cultura digital vem tomando uma dimensão muito grande e que a mesma vem
fazendo parte de nossas vidas, pois as ferramentas oferecidas por essa era
digital vêm transformando diferentes campos da nossa sociedade. Palácios diz
que a era digital é uma expressão nova e que aos poucos toda essa estrutura
tecnológica vem entrelaçando com as nossas vidas e mesmo aqueles que acreditam
não fazer parte desse mundo acaba ficando a mercê, pois é evidente que tudo nos
dias de hoje está literalmente conectado. Marcelo
Taz afirma que a era digital entrou em nossas vidas, pois sem percebermos as
informações estão presentes em nosso cotidiano de forma muito veloz. As
gerações mais velhas estão se readaptando ao novo mundo tecnológico e os jovens
agem de forma natural quando se trata de tecnologia. Ele ainda esclarece que
precisamos mais do que deslumbrar por esse mundo digital precisamos aprender a
utilizar essa era especial ao nosso favor. Lúcia Santaella afirma que as novas tecnologias da informação e
a comunicação estão mudando todas as esferas da sociedade e que sua existência
é antiga e que vem acontecendo é uma transformação, faz ainda divisão das
culturas acreditando que ambas continua presentes uma dando sequência a outra.
Ao meu ver todos os entrevistados acreditam nas mesma coisa em relação a era
digital o que difere um pouco são as maneiras que ambos expõe essas
informações.

2 – A citação apresentada nesta questão Lemos abre uma discussão
em relação a cibercultura não foi criada para atingir essa dimensão que
atualmente vivemos, essas máquinas foram criadas para um uso bem restrito e o
que está acontecendo hoje é devido ao
acesso proveniente de pessoas que não se hesitaram ou nem mesmo tiveram medo de
conhecer o que essas tecnologias podiam oferecer, como mesmo afirma
Lemos:”Ainda estamos nesse impacto e coisas ainda continuam a ser produzidas a cada dia.” Marcelo Tas
caracterizou as pessoas que ajudaram e ajudam esse processo tecnológico crescer
como superestimada, vivemos entusiasmados com tanta informação e aos que ainda
não conseguiram ver tanta utilidade nesse processo virtual de subestimada.Uma
frase de Santaella que me faz lembrar da questão é que “A cibercultura, tanto
quanto quaisquer outros tipos de cultura, são criaturas humanas. Não há
separação entre forma de cultura e o ser humano. Nós somos essas culturas.”

3 – Particularmente eu concordo com Palácios em sua afirmação,
pois nos dias de hoje temos todo tipo de informação na rede, estamos cada vez
mais horas do nosso dia conectados. Mas não podemos deixar de saber discernir o
que é certo ou errado, pois ao mesmo tempo em que são postados fatos e
informações relevantes também é postado coisas muito irrelevantes, a idéia de
filtrar cabe também está amparado de conhecimentos prévios.

4 – Em nossa disciplina de estudo requer que tenhamos uma certa
habilidade em relação as diversas ferramentas que o computador juntamente com a
internet nos oferecem, Lemos acaba nos
aconselhando e nos dando uma certa alfinetada, só será possível dominar tudo
isso através do uso continuo sem medo e é claro adequando o nosso tempo que por
hora é bem escasso. Ele é bem sugestivo na idéia de que se não nos
qualificarmos juntamente com o sistema o sistema irá fazer isso por si só e
levando todos juntos.

5 – Hipertexto é uma expressão muito usada nessa era digital, os
textos recebem um formato onde outras informações (palavras, imagens, sons) que
de certa forma uma coisa informa outra, uma verdadeira teia de informações, daí
a ideia de não liner, pois não há a necessidade de seguir uma sequência lógica
e multilinear, pois é uma verdadeira avalanche de informações. Acredito que em
nossa disciplina vem acontecendo tudo isso, o professor vem estigando os nossos
conhecimentos prévios e os adquiridos através dos textos solicitados para
leitura e por sua vez ainda fazemos uma costura com os conhecimentos postados
dos nossos colegas.

domingo, 29 de janeiro de 2012

ATIVIDADE 2 - ALONGAMENTO MARCELO TAS


1- O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois pólos, a superestimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.

Marcelo Taz afirma que a era digital entrou em nossas vidas, pois sem percebermos as informações estão presentes em nosso cotidiano de forma muito veloz. As gerações mais velhas estão se readaptando ao novo mundo tecnológico e os jovens agem de forma natural quando se trata de tecnologia. Ele ainda esclarece que precisamos mais do que deslumbrar por esse mundo digital precisamos aprender a utilizar essa era especial ao nosso favor, ele esclarece ainda que vivemos meio perdidos, de um lado estão os SUPERESTIMADOS que são as pessoas que vivem bitoladas nessa era tecnológica acreditando que as ferramentas fornecidas pela era digital são fundamentais para viver e que tudo que é encontrado neste veículo tão atrativo é certo. Para viver neste mundo não basta ter essas ferramentas é preciso saber usá-las. E do outro lado estão os SUBESTIMADOS que ainda não conseguiram aceitar essa inovação de tamanho porte e lidam de
forma preconceituosa em relação à tecnologia, a não aceitação pode ser por ignorância ou até mesmo por resistência ao novo. É preciso fazer uma mediação de tudo isso, saber respeitar e sem dúvida reciclar de forma clara e perspicaz o que surge nessa nova era para que não viramos reféns de nós mesmos. Lúcia Santaella afirma que as novas tecnologias da informação e a comunicação estão mudando todas as esferas da sociedade e que sua existência é antiga e que vem acontecendo é uma transformação, faz ainda divisão das culturas acreditando que ambas continua presentes uma dando sequência a outra. É interessante lembrar que os meios e as máquinas existem para facilitar a vida do ser humano se assim for bem manuseada “As máquinas vão ficar cada vez mais parecidas com o ser humano, e não ao contrário.”.

2 - Temos enfrentado alguns problemas com o Moodle em nossa disciplina e tenho solicitado que usem outras ferramentas disponíveis na Internet para postarem suas respostas. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a
moto." (pp. 234)

As ferramentas oferecidas por essas inovações tecnológicas sem dúvida vêm transformando nossos comportamentos e a nossa maneira de ver o mundo. A adaptação para muitos foi muito fácil, pois bem todos podem acessar e deslumbrar no que a internet pode oferecer. Mais não adianta estarmos amparados por diferentes meios tecnológicos se não conseguimos manuseá-los, além preocupar em falar das máquinas, das suas inovações que elas oferecem para nossa sociedade é preciso estar atenados e principalmente em saber como manusear cada ferramenta para a ampliação dos nossos conhecimentos, pois internet não é só entretenimento mais sim conhecimento.

3 - O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.

RELEVÂNCIA: Milhões de acesso dentro desse mundo tecnológico (internet) não significam que é algo importante, pois a maioria estão conectados e tem liberdade de acessar diversos sites. Tas afirma que a relevância está ligada na dinâmica de qualidade existente nos veículos de comunicação; DICERNIMENTO: É nada mais do que saber discernir, escolher, usar critérios, ter foco, reciclar as milhões de informações que a internet oferece, pois nem sempre o que se encontra é algo aproveitoso ou de qualidade.
“Atualmente, a informaçãoestá disponível de maneira rápida, barata e disseminada. Assim, não é de se admirar que todos se queixem do excesso de informação. Note que hoje em dia o problema não é o acesso à informação, mas sua sobrecarga. Como resultado, tem-se a necessidade de filtrar e discernir. Neste contexto, o discernimento é um fator chave, pois implica que o indivíduo deve possuir a capacidade de julgar as coisas, clara e sensatamente. Quantos de nós recebem no cotidiano uma enxurrada de mensagens via correio eletrônico? A Internet tem beneficiado as pessoas oferecendo-lhes um forma ágil e de baixo custo para comunicação profissional e/ou pessoal bem como de pesquisa. Por outro lado, tem exigido maior atenção e discernimento no seu uso sob o prejuízo de termos o tempo precioso sendo consumido de forma avassaladora.” (Antonio Mendes e Maria Delgado, 2001)

4 - Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.

Alguns anos atrás o educador tinha características bem diferentes da nossa sociedade atual, o papel do ensino aprendizagem do educador foi bem abordado pelo Tas, ele soube demonstrar a importância do mesmo, pois o educador é o responsável na transformação de qualidade do mundo em que vivemos, mais o que chamou atenção que ele descreveu que nessa era digital o educador não é o dono do conhecimento ele simplesmente media o conhecimento que os educandos traz de casa bem como os que eles adquirem na internet. Cabe nos sabermos ajudar os nossos alunos a fazer a filtragem de tantas coisas que muitas vezes sem importância alguma para a formação de um cidadão de bem.

“Queremos mostrar que, a questão chave da implantação de novas tecnologias de suporte à educação é fazer com que o aluno tenha interesse e motivação para buscar a informação desejada, transformando assim o paradigma tradicional da educação como “depósito bancário, fábrica”, para a educação como entretenimento.O computador por si não atende ao objetivo de formar o "homem social" com que sonha a humanidade, o que formará o homem será a maneira como ele utilizará a máquina. Por isso, é preciso que os objetivos do uso de computadores na educação em geral e na educação especial siga uma filosofia educacional mais ampla que justifique sua aplicação. Abordaremos o uso de computadores na educação a partir de uma perspectiva construtivista-interacionista. Desta forma, o computador deve ser usado como um instrumento de aprendizagem, onde o aluno atua e participa do seu processo de construção de conhecimentos de forma ativa, interagindo com o instrumento de
aprendizagem.
Há um argumento contrário à utilização da informática na educação: Os professores ainda se ressentem, achando que o computador ocupará seu lugar e que acabarão sendo dispensáveis. Ora, é claro que o computador é capaz de armazenar realmente muitas informações e organizá-las segundo seus parâmetros. Ele até é capaz de apresentá-las seguindo uma programação pré-definida, com animações, apelos sonoros, pequenos vídeos, etc., mas não é capaz de orientar um
raciocínio ou conduzir uma discussão. Nem é capaz de relacionar informações para as quais não foi programado. Assim, um computador nunca poderá ocupar o lugar de um professor que não se limite apenas a transmitir informações. A utilização do computador no ambiente escolar é feita para auxiliar o processo de aprendizagem, mas não para conduzi-lo.”(Geraldo Magela da Silva)

5 –"Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (pp 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.

A informação é e será a chave para abrir as portas para o sucesso, estamos sim conectados com a televisão, rádios, revistas, jornais e etc., todos esses veículos tem o papel de enviar e mesmo acreditando que não estamos conectados estamos sendo receptores e transmissores de informações. Muitas vezes somos até obrigados a ver e ouvir coisas que não queremos, cabe a nós
fazermos uma análise critica de tudo que está em nossa volta para justarmos o útil ao agradável e em contra partida colaborar para um mundo cada vez melhor.